A mais antiga praga de insetos descoberta: fósseis com mais de 295 milhões de anos!

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Cientistas de Chemnitz e de outros lugares confirmam a praga de insetos mais antiga da história da Terra - as minas de folhas no Permiano.

Wissenschaftler aus Chemnitz und anderen Orten bestätigen die älteste Insektenplage der Erdgeschichte - Blattminen im Perm.
Cientistas de Chemnitz e de outros lugares confirmam a praga de insetos mais antiga da história da Terra - as minas de folhas no Permiano.

A mais antiga praga de insetos descoberta: fósseis com mais de 295 milhões de anos!

Uma descoberta fascinante da história da Terra está causando agitação no mundo científico. Uma equipe de pesquisadores descobriu que as minas de folhas – pequenas passagens de alimentação deixadas nas plantas por larvas de insetos – existiam mais de 40 milhões de anos antes do que se sabia anteriormente. Esta descoberta, considerada a praga de insetos mais antiga da história da Terra, foi documentada por cientistas dos museus de história natural de Chemnitz, Berlim, Münster e Osnabrück, bem como da TU Bergakademie Freiberg e da Universidade Martin Luther de Halle-Wittenberg. Os resultados impressionantes deste estudo foram publicados por Michael Laaß, pesquisador voluntário do Museum für Naturkunde Chemnitz, e fazem parte de sua tese de doutorado na TU Bergakademie Freiberg. Chemnitz.de relatórios sobre este progresso inovador.

A importância da descoberta

A análise mostra que as larvas dos insetos se alimentavam do interior das folhas da semente da samambaia há cerca de 295 milhões de anosConferência de outonogerado. Esses fósseis vêm de depósitos descobertos em Crock, na Turíngia, durante o período Permiano. Mais de 80 por cento das plantas Autunia deste período foram afetadas por minas foliares. Isto levanta questões ecológicas interessantes, uma vez que a razão para esta infestação em massa ocorre durante uma mudança global que tornou os ecossistemas terrestres tropicais mais secos.

Visão da pesquisa fóssil

Os achados vêm de coleções paleobotânicas que desempenham um papel importante na pesquisa. Estas coleções são de grande importância não só em Chemnitz, mas também no Museu de História Natural de Berlim. Lá, a coleção Paleozóica inclui cerca de 90.000 unidades de coleta, incluindo fósseis do Permiano Inferior da Turíngia. As coleções não só apoiam a pesquisa, mas também o ensino nos diversos institutos. Também estão planejados extensos trabalhos de renovação e reconstrução no prédio do museu. MuseumfürNaturkunde.de.

Um olhar sobre a paleobotânica

Para a paleobotânica, a ciência do mundo vegetal de eras geológicas passadas, tais descobertas representam uma contribuição valiosa para a pesquisa. Esta ciência trata de plantas fósseis e seus vestígios, como impressões em rochas. O desenvolvimento da vida vegetal é crucial para a compreensão da evolução e das mudanças associadas nos ecossistemas. As primeiras plantas colonizaram a terra no Ordoviciano, e muitas descobertas importantes datam do período Carbonífero, onde floresceram grandes florestas de carvão. Wikipédia.

Conclusão

A descoberta de Michael Laaß e seus colegas abre novas perspectivas sobre as interações entre plantas e insetos na história da Terra. Mostra como é importante compreender melhor o passado para enfrentar os desafios ecológicos atuais. Os cientistas e as partes interessadas devem continuar a acompanhar de perto o desenvolvimento da investigação fóssil e da paleobotânica, porque é aqui que a história ganha vida.